Equilíbrio necessário, andamento perfeito!

Trabalho colaborativo

Este conceito apoia-se em processos de trabalho em conjunto (nos espaços formais e informais da comunidade educativa) reconhecendo-se, mais-valias potenciadoras de sucesso escolar e de vida.

Alguns autores utilizam o termo "colaboração" e "cooperação" como sinónimos apesar de qualquer um deles apresentar diferenças no modo como se desenvolve. Andrade, Hoffmann & Wazlawick (1998) definem estes termos como distintos, pois a "colaboração é uma atividade síncrona, resultante de um esforço contínuo para criar e manter uma concepção compartilhada do problema. Já a cooperação pode ser compreendida pela divisão do trabalho entre participantes, onde cada pessoa é responsável por uma parte do problema a ser resolvido.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Sonoridades Pedagógicas

 

 
Neste número 2 das Sonoridades Pedagógicas, partilhamos preocupações sobre Educação artística e Expressão artística, nomeadamente, os equívocos no uso da(s) palavra(s). 
E, porque nos une a cultura da música e dos livros refletimos sobre o significado do currículo, música na natureza, composição e comunicação partilhando, ludicamente, alguns interesses de leitura justamente através da palavra e da sua volúvel identidade. 

Jorge Alexandre Costa e Maria José Araújo

 

 

 

 

 

 

Duas palavras, dois conceitos. 
Dois substantivos diferentes e um mesmo adjetivo.


Quando falamos de educação artística é de educação que falamos. E quando falamos de expressão é de expressão que falamos.  Em ambos os casos educação e expressão têm tantas possibilidades quantas pessoas que se amarram aos termos, o que não são é uma e a mesma coisa, precisamos entender o adjetivo que as qualifica e clarifica. Este é o sentido da nossa ‘expressão linguística’ neste texto.  As ambições da educação artística são amplas e nem sempre muito claras, sobretudo quando nos referimos ao trabalho com crianças. Os estudos sobre as produções na infância têm crescido nos últimos anos, mesmo assim é necessário combater preconceitos sobre a atividade criadora da criança, que denota alguma dificuldade de olhar as crianças em função das suas formas culturais e motivações. ‘Dar a volta por cima’ entendendo que a arte na infância é muito diferente da arte na vida adulta. Se é a educação que nos interessa - o aprender sobre arte -, então vale a pena lembrar que esta pertence ao domínio da pedagogia, mas se é atividade artística no âmbito da educação que nos interessa, continuemos no caminho trilhado pela preocupação pedagógica e não tanto pela estética. (...)

 

Edição: INET – md | CIPEM 
em colaboração com as Edições Furar o Cerco

contacto: cipem@ese.ipp.pt 
ISBN:978-972-8969-82-0
2025